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Humano

Tão dependentes e tão mesquinhos
somos nós.

Ao que ama rendo admiração
pois venceu o deslumbre da visão
e enxergou os defeitos alheios.
O piedoso cobiço
pois consegue superar o orgulho
e esquecer aquilo que lhe aflige.
O caridoso engrandeço
pois se humilha
e vive, ao menos um instante, para outro.



Não se pode deixar de ser humano
Mas se pode ser tão humano
Que se compreende o outro humano
Então, tornamo-nos
Amáveis, piedosos, caridosos.

Comments (1)

E quando eu acho que estou sozinha no mundo eu descubro que, mais perto do que eu imagino, existe um poeta incrustado num engenheiro, ou seria o contrário? Adorei o Blog, Rafa! Parabéns!