
estou cansado..
muito cansado..
com o coraçao pesado e acorrentado por correntes q eu mesmo as atei...
preso e sozinho carregando a triste marca de uma cicatriz invisivel q arde em fogo seco e brando...
pesado por sentir o coraçao pisado miseravelmente dia a dia em meio ao caos de sentimentos confusos...
sentindo a fria lamina dos olhos de pedra me dilacerarem a toda e qualquer tentativa....
nao quero mudar mais do q ja mudei, nem aguentar mais dores pelas quais passei por razoes q sei q nao mais existirao depois de minha partida....
mais como resistir aqueles lindos olhos castanhos?
como mudar palavras mal ditas e maldiçoes nao ditas?
Meu Deus, como me esconder daqueles lindos olhos castanhos....?
como podem ser sao belos e tao frios ?
mil vezes cegar-me antes de olha-los outra vez..
mais mil vezes morrer a ter q esquece-los..
por que?
por que?
MALDITOS OLHOS CASTANHOS
pois estes olhos sabem
q mesmo os odiando, continuo a ama-los,
e duplamente malditos por saberem q quero ser livre,e nao me libertam.. ...


Há algum tempo eu me identificaria com esse poema... menos absinto (ou vodka) brow...
Muito bom!
"Tinham não sei que fluido misterioso e enérgico. Uma força que arrastava pra dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca"
Ow, esse tal de Amor é um negócio esquisito, essa vontade de estar por perto, esse frio na barriga, essa agonia constante (deriva que dá zero, colega-zuei nessa), esse "estar-se preso por vontade", essa "dor que desatina sem doer".
Caiu-me como uma luva, tá de parabéns, Brow!
Beijos!
P.S.: Gérson, se você não postar nada, não tem como eu comentar (dica). Depois não me venha dizer que eu só comento o Rafa e o Brow!
Muito lindo!!!
O poema consegue se encaixar na vida de cada um [como disse a Bru] 'como uma luva'... ou seja, também serve para a minha [rs]