O tremor de aproxidamente 7 graus da escala Richter abalou há mais de uma semana o já sofrido país denominado Haiti e foi como que o Dilúvio para os haitianos, arrasando a capital - Porto Princípe - e praticamente o país inteiro também. Prontamente a ajuda externa surgiu, e?E começou o trabalho de 'salvamento' do país, primeiramente resgatando os sobrevivente num heróico trabalho, ainda sendo abalados por pequenos tremores, como o de hoje, de 5.6 graus, do corpo responsável - o que inclui também os militares brasileiros - depois do resgate vem a segunda parte, e talvez a mais árdua, a 'limpeza' dos escombros e, ai sim, a etapa mais importante: A Reconstrução.
Essa reconstução, ainda que demore para começar, pois as outras duas etapas ainda devem levar um tempo razoável para serem cumpridas, mas com a ajuda chegando, o trabalho deve ser "facilitado", pode dar um novo rumo ao país, que andava praticamente à margem das outras nações americanas, já que a infra-instrutura a ser construída pode acabar se tornando melhor do que a do quadro anterior do Haiti.
A ajuda tem chego de todo lugar do mundo, principalmente dos Estados Unidos, não tanto do governo, mas das próprias pessoas (via SMS), de ligas como a NBA e NFL, de ações como do pivô haitiano que joga na NBA, Samuel Dalembert, que doou a partir da fundação dele US$ 100.000,00 e ainda pediu no ginásio para que o público presente doasse via SMS antes e depois do jogo, que ele iria dobrar a quantia. Ajuda do Brasil também, com doações e mais ajuda militar, que já estava presente lá mesmo e acabou sofrendo junto com país o terremoto. Outos países da Ásia, Europa e Israel também enviaram alguma colaboração.
Tudo bem, tudo isso é legal, mas antes do ocorrido, o Haiti está praticamente à deriva? Sim. A ajuda era tão presente assim? Não. Mas era necessária?SIM. Bem, toda essa ação atual é plausível?Sim. E será esta, douradoura ou voltará à mesmisse de antes do tremor? Não posso afirmar com certeza, mas acho que será passageira.
A desvatação causada pode amedrontar primeiramente as pessoas (e com razão!) e motivar a solidariedade. Contudo, espero que eu esteja errado, depois de um tempo passado, o problema passa a ser crônico, não agudo, e toda aquela preocupação vai passando, ficando de lado, a ajuda e o dinheiro vão indo embora e a situação, que podia ter sido melhorada, ficando na mesma (ou pior, pelos resquícios do desastre).
Ou seja, tudo isso agora é somente um Boom, não uma real atitude buscando a solução para o problema crônico do Haiti. Novamente, espero que a minha visão esteja errada...


Desculpa pela demora no comentário, eu esqueci de clicar no "continue lendo".
Sua opinião é legal e infelizmente verdadeira, e até como exemplos podemos lembrar dos Tsunamis na Asia.E por agora devemos torcer para que a atual situação dos haitianos leve os olhares do mundo para essas nações marginalizadas.
Não vou longe, eu mesmo não me lembro com frequencia dos paises subsaarianos e , embora quisesse, não me proponho a mudar essa situação...