Preso em raro fardodo qual não posso me livrar
Vivo, se vida assim chamar
Emfadado de afazeres
tento um momento à pensar
Rever, lembrar, chorar
Buscando uma fresta pra fuga
consigo o Luar apreciar
e novamente sonho me entregar
Assim conseguir um par de assas
e na imensidão mergulhar
afim de a noite penetrar
Afoito por tal instante
para infinito alcançar
e no luar teu rosto encontrar
Admirando toda eternidade
para enfim na manha acordar
e viver esperando a noite chegar
Vivo, se vida assim chamar
Emfadado de afazeres
tento um momento à pensar
Rever, lembrar, chorar
Buscando uma fresta pra fuga
consigo o Luar apreciar
e novamente sonho me entregar
Assim conseguir um par de assas
e na imensidão mergulhar
afim de a noite penetrar
Afoito por tal instante
para infinito alcançar
e no luar teu rosto encontrar
Admirando toda eternidade
para enfim na manha acordar
e viver esperando a noite chegar


Poema baseado em suas vivencias?
Muito bom, apreciei bastante sua lírica!
Abraço
Quanta viadagem numa só página.
Náuseas.